Não deixem de verificar este sites.
Contêm informações importantes tanto para os pais como para as crianças:
- www.apav.pt/apavj/apavj.html (Associação de Apoio à Vítima)
- www.jovensonline.pt (Segurança online)
28 de março de 2008
Passatempo "E o Outro aqui tão perto..." para crianças dos 8 aos 13 anos
A UNESCO decretou 2008 como o Ano Europeu do Diálogo Intercultural. Com o objectivo de fomentar a escrita e a criatividade das crianças, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas lança um Passatempo no qual podem participar crianças dos 8 aos 13 anos, divididos por duas categorias (dos 8 aos 10 e dos 11 aos 13 anos).
O Passatempo decorrerá durante o mês de Abril nas Bibliotecas Municipais, que poderão desenvolver a actividade no número de sessões que entenderem. A Biblioteca será responsável pela recolha dos trabalhos, pela selecção prévia e pelo respectivo envio para a DGLB. Os trabalhos devem ser enviados até 30 de Abril, para Direcção de Serviços do Livro – Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas – Campo Grande, 83 – 1º, 1700-088 Lisboa, com os seguintes dados sobre o autor: nome, idade, morada, telefone e eventual e-mail.
in http://www.min-edu.pt/outerFrame.jsp?link=http%3A//www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page%3Fxid%3D1838
O Passatempo decorrerá durante o mês de Abril nas Bibliotecas Municipais, que poderão desenvolver a actividade no número de sessões que entenderem. A Biblioteca será responsável pela recolha dos trabalhos, pela selecção prévia e pelo respectivo envio para a DGLB. Os trabalhos devem ser enviados até 30 de Abril, para Direcção de Serviços do Livro – Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas – Campo Grande, 83 – 1º, 1700-088 Lisboa, com os seguintes dados sobre o autor: nome, idade, morada, telefone e eventual e-mail.
in http://www.min-edu.pt/outerFrame.jsp?link=http%3A//www.iplb.pt/pls/diplb/%21get_page%3Fxid%3D1838
27 de março de 2008
Direcção Geral do Consumidor
Site importante onde poderemos obter informações sobre os nossos direitos como consumidores. A visitar, sem dúvida nenhuma.
http://www.consumidor.pt/portal/page?_pageid=34,1&_dad=portal&_schema=PORTAL
http://www.consumidor.pt/portal/page?_pageid=34,1&_dad=portal&_schema=PORTAL
Escolas problemáticas podem pedir reforço de meios
As escolas com problemas graves de indisciplina podem apresentar ao Ministério da Educação uma proposta para a contratação de psicólogos e mediadores de conflitos.
"Se uma escola tiver um grande problema de indisciplina generalizada pode apresentar à Direcção Regional de Educação uma proposta para o reforço dos meios técnicos", anunciou ontem o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.
Em conferência de imprensa, o responsável ressalvou que a possibilidade de contratação destes profissionais é reservada, sobretudo, aos 35 agrupamentos de escolas identificados como "Territórios Educativos de Intervenção Prioritária", mas poderá igualmente ser utilizada por outros estabelecimentos de ensino, desde que estes fundamentem o seu pedido, invocando a existência de um "problema específico" de violência e indisciplina.
No encontro com os jornalistas, na sequência dos incidentes na Escola Secundária Carolina Michäelis, no Porto, o secretário de Estado reafirmou que o Ministério da Educação (ME) não está a minimizar ou a desvalorizar o problema da violência escolar, como afirmou há meses o Procurador-Geral da República numa entrevista, assegurando que este "é o Governo que mais medidas tomou relativamente ao combate" a estes problemas.
A este propósito, Valter Lemos lembrou a criação da figura de um coordenador de segurança escolar em todos os agrupamentos de escolas, que funciona pela primeira vez este ano lectivo, o reforço da articulação com a PSP e GNR ou a integração de 300 professores nas Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, medidas que considera serem uma "prova da importância dada a estas questões".
in Lusa 2008-03-26
"Se uma escola tiver um grande problema de indisciplina generalizada pode apresentar à Direcção Regional de Educação uma proposta para o reforço dos meios técnicos", anunciou ontem o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.
Em conferência de imprensa, o responsável ressalvou que a possibilidade de contratação destes profissionais é reservada, sobretudo, aos 35 agrupamentos de escolas identificados como "Territórios Educativos de Intervenção Prioritária", mas poderá igualmente ser utilizada por outros estabelecimentos de ensino, desde que estes fundamentem o seu pedido, invocando a existência de um "problema específico" de violência e indisciplina.
No encontro com os jornalistas, na sequência dos incidentes na Escola Secundária Carolina Michäelis, no Porto, o secretário de Estado reafirmou que o Ministério da Educação (ME) não está a minimizar ou a desvalorizar o problema da violência escolar, como afirmou há meses o Procurador-Geral da República numa entrevista, assegurando que este "é o Governo que mais medidas tomou relativamente ao combate" a estes problemas.
A este propósito, Valter Lemos lembrou a criação da figura de um coordenador de segurança escolar em todos os agrupamentos de escolas, que funciona pela primeira vez este ano lectivo, o reforço da articulação com a PSP e GNR ou a integração de 300 professores nas Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, medidas que considera serem uma "prova da importância dada a estas questões".
in Lusa 2008-03-26
17 de março de 2008
Como se faz uma banda desenhada...
Em primeiro lugar, há que pensar numa história interessante. Pode ser divertida, séria ou triste, mas o importante é que chame a atenção do leitor. É preciso puxar pela cabeça para surgirem boas ideias, mas, por vezes, aparecem com a maior das facilidades, bastando, para tal, estarmos atentos ao que se passa à nossa volta.
Depois de já teres a história definida na tua cabeça, faz um esboço (um desenho feito com pouco cuidado).
É aqui que vais decidir quantas vinhetas (casas) vai ter a tua banda desenhada (BD) e o que vais desenhar e escrever nelas.
As vinhetas podem ter a forma de um quadrado ou de um rectângulo, mas podes inovar e fazer triângulos, círculos...
A imaginação e criatividade não têm limites.
Neste terceiro momento é que vais mostrar o que vales. Observa, desenha a lápis e apaga as vezes que for necessário, até que o desenho fique realmente como tu queres.
Para desenhar uma personagem numa determinada posição (com os braços cruzados, por exemplo, ou a escrever), pede a alguém para posar para ti e desenha olhando para essa pessoa.
Se não tiveres ninguém por perto, põe-te diante de um espelho e desenha a posição desejada, olhando para a tua imagem reflectida.

Nesta fase, depois de teres a tua prancha (página desenhada) passada a lápis e já não ser preciso alterar nenhum desenho, podes fazer duas coisas. Podes passar os desenhos todos a tinta e, no fim, apagas os vestígios de lápis. Outra solução é colocar uma folha de papel vegetal sobre o que desenhaste, decalcar e depois passar para uma folha branca o que acabaste de decalcar. Esta segunda hipótese é mais demorada e trabalhosa, mas é a mais eficaz.
Agora, já só falta pintar. No caso do Jonas, depois de ter a página
totalmente desenhada, com todos os traços passados a tinta preta, digitalizo a BD e pinto-a com a ajuda do Adobe Photoshop, um programa para tratamento de fotografia e desenho. Desde que as linhas estejam devidamente fechadas, é só escolher a cor numa paleta que temos à disposição e, com um "balde" despejá-la no sítio pretendido. Quanto ao texto, pode ser escrito manualmente na página acabada de desenhar, ou acrescentado ao utilizar o Adobe Photoshop.
in http://www.eb1-santa-rita-lousa.rcts.pt/comosefazumabd.htm
Depois de já teres a história definida na tua cabeça, faz um esboço (um desenho feito com pouco cuidado).É aqui que vais decidir quantas vinhetas (casas) vai ter a tua banda desenhada (BD) e o que vais desenhar e escrever nelas.
As vinhetas podem ter a forma de um quadrado ou de um rectângulo, mas podes inovar e fazer triângulos, círculos...
A imaginação e criatividade não têm limites.
Neste terceiro momento é que vais mostrar o que vales. Observa, desenha a lápis e apaga as vezes que for necessário, até que o desenho fique realmente como tu queres.

Para desenhar uma personagem numa determinada posição (com os braços cruzados, por exemplo, ou a escrever), pede a alguém para posar para ti e desenha olhando para essa pessoa.
Se não tiveres ninguém por perto, põe-te diante de um espelho e desenha a posição desejada, olhando para a tua imagem reflectida.

Nesta fase, depois de teres a tua prancha (página desenhada) passada a lápis e já não ser preciso alterar nenhum desenho, podes fazer duas coisas. Podes passar os desenhos todos a tinta e, no fim, apagas os vestígios de lápis. Outra solução é colocar uma folha de papel vegetal sobre o que desenhaste, decalcar e depois passar para uma folha branca o que acabaste de decalcar. Esta segunda hipótese é mais demorada e trabalhosa, mas é a mais eficaz.
Agora, já só falta pintar. No caso do Jonas, depois de ter a página
totalmente desenhada, com todos os traços passados a tinta preta, digitalizo a BD e pinto-a com a ajuda do Adobe Photoshop, um programa para tratamento de fotografia e desenho. Desde que as linhas estejam devidamente fechadas, é só escolher a cor numa paleta que temos à disposição e, com um "balde" despejá-la no sítio pretendido. Quanto ao texto, pode ser escrito manualmente na página acabada de desenhar, ou acrescentado ao utilizar o Adobe Photoshop.in http://www.eb1-santa-rita-lousa.rcts.pt/comosefazumabd.htm
Entusiasme os seus filhos para a leitura
1. Faça uma pausa na actividade quotidiana. Reserve 15 minutos por dia para ler com a criança.
2.Torne a leitura agradável. Se notar que a criança não deseja esta actividade, não o pressione, opte por outra actividade.
3. Se a criança ler mal uma palavra não a interrompa de imediato. Esse intervalo dar-lhe-á a hipótese de se corrigir. Se não resultar, dê-lhe exemplos de outras palavras "difíceis" com um som semelhante, para que não fique presa àquela palavra em particular e tente resolver o problema.
4. Tenha uma atitude positiva. Evite expressões como "Não" ou "Está Errado". Utilize expressões como "Agora vamos ler juntos" e aponte para as palavras à medida que, lentamente, as lê. Aumente a auto-estima da criança elogiando todos os progressos, até os aparentemente mais insignificantes.
5. Escolha livros com textos simples. Apresentar um livro com muitas palavras dificéis pode dar origem a uma "fobia" da leitura.
6. Habitue a criança a visitar e a requisitar livros nas bibliotecas públicas.
7. Tente criar a rotina de ler com a criança todos os dias ou, pelo menos, nos dias de escola. Não esqueça que os professores têm pouco tempo para se dedicar individualmente a cada criança.
8. Manter contacto regular com a escola e com o(a) professor(a). Fale com o professor e mantenha-se informado sobre os progressos da criança. Se ela souber do seu interesse sentir-se-á mais motivada.
9. Antes de iniciar a leitura (ou no final) , fale sobre o livro que a criança vai ler. Fale das imagens e até do tipo de letra. Se o livro já for conhecido pode falar sobre a parte favorita da criança. Esta é também uma forma de ficar a saber se a criança percebeu o que leu.
10. Escolha livros de géneros diferentes para as sessões de leitura. Varie: dos livros "a sério" à banda desenhada, dos poemas aos livros informativos.
2.Torne a leitura agradável. Se notar que a criança não deseja esta actividade, não o pressione, opte por outra actividade.
3. Se a criança ler mal uma palavra não a interrompa de imediato. Esse intervalo dar-lhe-á a hipótese de se corrigir. Se não resultar, dê-lhe exemplos de outras palavras "difíceis" com um som semelhante, para que não fique presa àquela palavra em particular e tente resolver o problema.
4. Tenha uma atitude positiva. Evite expressões como "Não" ou "Está Errado". Utilize expressões como "Agora vamos ler juntos" e aponte para as palavras à medida que, lentamente, as lê. Aumente a auto-estima da criança elogiando todos os progressos, até os aparentemente mais insignificantes.
5. Escolha livros com textos simples. Apresentar um livro com muitas palavras dificéis pode dar origem a uma "fobia" da leitura.
6. Habitue a criança a visitar e a requisitar livros nas bibliotecas públicas.
7. Tente criar a rotina de ler com a criança todos os dias ou, pelo menos, nos dias de escola. Não esqueça que os professores têm pouco tempo para se dedicar individualmente a cada criança.
8. Manter contacto regular com a escola e com o(a) professor(a). Fale com o professor e mantenha-se informado sobre os progressos da criança. Se ela souber do seu interesse sentir-se-á mais motivada.
9. Antes de iniciar a leitura (ou no final) , fale sobre o livro que a criança vai ler. Fale das imagens e até do tipo de letra. Se o livro já for conhecido pode falar sobre a parte favorita da criança. Esta é também uma forma de ficar a saber se a criança percebeu o que leu.
10. Escolha livros de géneros diferentes para as sessões de leitura. Varie: dos livros "a sério" à banda desenhada, dos poemas aos livros informativos.
12 de março de 2008
Alice Vieira organiza antologia de poemas para todas as idades
Lisboa, 12 Mar (Lusa) - "O meu primeiro álbum de poesia" reúne poemas sobre animais, sobre pastores, sobre fadas e muitos outros, todos de autores portugueses, seleccionados pela escritora Alice Vieira com a preocupação de serem entendidos pelas crianças.
Vinte e oito poemas constituem esta antologia, que será apresentada na próxima sexta-feira na Livraria Bulhosa do Campo Grande, em Lisboa.
Estão representados autores como Camões, Almeida Garrett, Antero de Quental, Fernando Pessoa, António Gedeão, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Nuno Júdice, Matilde Rosa Araújo e José Jorge Letria.
"A selecção inclui tanto poemas antigos como contemporâneos. A preocupação foi que fossem facilmente entendidos pelas crianças", disse à Lusa a escritora Alice Vieira, sublinhando que não se limitou a escolher autores de livros para crianças.
O livro tem poemas de Ruy Belo, de Vasco Graça Moura e de Nuno Júdice, que não são propriamente autores de livros infantis, mas cujos textos podem ser entendidos pelos mais novos, apontou Alice Vieira.
A escritora indicou ainda a escolha de "Fundo do Mar", um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, uma autora que, apesar de ter livros destinados a crianças, tem uma obra poética que não é dirigida ao universo infantil.
"O livro pretende desfazer a ideia de que os miúdos não gostam de poesia", referiu Alice Vieira, considerando que é "muito importante, mesmo para os que ainda não sabem ler, ouvirem o som das palavras".
"Na poesia podemos não entender tudo, podemos nem entender nada. Mas, sem sabermos como, ela fica em nós", escreveu no prefácio Alice Vieira.
As ilustrações são de Danuta Wojciechowska e o livro, editado pela Dom Quixote, inclui um espaço livre que desafia os leitores a escreverem palavras soltas, poemas, desenhos ou colagens.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-03-12 10:10:02
Vinte e oito poemas constituem esta antologia, que será apresentada na próxima sexta-feira na Livraria Bulhosa do Campo Grande, em Lisboa.
Estão representados autores como Camões, Almeida Garrett, Antero de Quental, Fernando Pessoa, António Gedeão, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Nuno Júdice, Matilde Rosa Araújo e José Jorge Letria.
"A selecção inclui tanto poemas antigos como contemporâneos. A preocupação foi que fossem facilmente entendidos pelas crianças", disse à Lusa a escritora Alice Vieira, sublinhando que não se limitou a escolher autores de livros para crianças.
O livro tem poemas de Ruy Belo, de Vasco Graça Moura e de Nuno Júdice, que não são propriamente autores de livros infantis, mas cujos textos podem ser entendidos pelos mais novos, apontou Alice Vieira.
A escritora indicou ainda a escolha de "Fundo do Mar", um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, uma autora que, apesar de ter livros destinados a crianças, tem uma obra poética que não é dirigida ao universo infantil.
"O livro pretende desfazer a ideia de que os miúdos não gostam de poesia", referiu Alice Vieira, considerando que é "muito importante, mesmo para os que ainda não sabem ler, ouvirem o som das palavras".
"Na poesia podemos não entender tudo, podemos nem entender nada. Mas, sem sabermos como, ela fica em nós", escreveu no prefácio Alice Vieira.
As ilustrações são de Danuta Wojciechowska e o livro, editado pela Dom Quixote, inclui um espaço livre que desafia os leitores a escreverem palavras soltas, poemas, desenhos ou colagens.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-03-12 10:10:02
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