28 de agosto de 2010
14 de julho de 2010
Eleições de Orgãos Sociais 2010/2011
A Direcção da APEE informa que em Setembro irão decorrer as eleições para os órgãos sociais desta Associação para o ano lectivo 2010/11. A data, a agendar, será afixada na Escola e nas instalações desta Associação com a devida antecedência.
29 de junho de 2010
16 de junho de 2010
Viagem de finalistas da Escola EB1/JI do Fujacal
As duas turmas do 4º ano da Escola EB1/JI do Fujacal, em Braga, realizaram uma viagem de finalistas, nos passados dias 14 e 15 de Junho 2010, ao Oceanário de Lisboa, para participar no programa " Dormindo com os Tubarões". Foram dois dias de total divertimento.
Obrigada aos Professores, Prof. Conceição, Prof. Manuel e Prof. Paula, pelo empenho, pela disponibilidade e alegria que mostraram ao acompanhar as nossas Crianças.
Obrigada aos Pais e Encarregados de Educação pelo esforço que fizeram.
Obrigada à Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola, pelo apoio financeiro e organizacional. Todos estão de Parabéns.
A pensar nas nossas crianças, sempre.
13 de maio de 2010
Redução de alunos por turma nas mãos do PSD
in http://www.jn.pt/
Redução de alunos por turma nas mãos do PSD
Petição lançada há duas semanas já reuniu quase 13 mil assinaturas e será entregue no fim do mês no Parlamento
A petição a favor da redução do número máximo de alunos por turma já reuniu quase 13 mil assinaturas e deve ser entregue, no final do mês, na Assembleia da República. CDS-PP, BE e PCP consideram a medida essencial para o sistema educativo. PSD está a avaliar.
Os promotores defendem que do 5º ao 12º ano as turmas devem passar de 28 alunos para 22, no limite; e no ensino pré-escolar e 1º ciclo de 24 para 19 alunos.
BE e PCP não têm dúvidas: há anos defendem a medida. Para o CDS-PP a redução do número de alunos por turma também é essencial para um ensino personalizado e, por isso, "se virmos que o Governo ou Ministério da Educação (ME) não actuam, admitimos apresentar uma iniciativa sobre a matéria", adiantou ao JN, José Manuel Rodrigues. O PSD é o mais hesitante - o vice-presidente da bancada referiu, apenas, que o partido "ainda não tem posição fechada" quanto à petição do Movimento Escola Pública; enquanto Emídio Guerreiro, coordenador da Educação do grupo parlamentar, retorquiu, de forma evasiva, "vamos ver, vamos ver, tudo a seu tempo".
O Movimento Escola Pública lançou a petição há cerca de duas semanas. Menos de uma bastou para reunir o número exigido por lei (cinco mil) para impor o debate no Parlamento mas a petição só deve ser entregue no final do mês, "mais tardar primeiros dias de Junho". A razão é simples, explicou Miguel Reis, o movimento prefere que a iniciativa seja debatida "no início do ano lectivo". Ao JN, o dirigente manifestou a convicção de conseguir reunir cerca de 20 mil assinaturas.
Para já, o Bloco tem uma reunião agendada com o movimento que conta desde já com o "compromisso" do partido de apresentar uma iniciativa que será debatida em conjunto com a petição. A razão é simples, explicou ao JN, a deputada bloquista Ana Drago: se a petição subir "sozinha" a plenário não poderá resultar qualquer alteração legislativa da discussão; o que não acontecerá se os partidos apresentarem projectos que sejam aprovados.
"Quando a petição chegar ao Parlamento" e reunir condições para agendamento, o PCP também deve voltar a apresentar iniciativas. A redução de alunos por turma é defendida "desde que me lembro; pelo menos, há seis anos", sublinhou ao JN o deputado Miguel Tiago. A medida, aliás, consta de um projecto de resolução comunista - que recomenda ao Governo medidas de intervenção no sistema de ensino de combate à violência escolar - e que já baixou à Comissão de Educação, onde aguarda por agendamento.
Para professores, dirigentes sindicais, de confederações de pais e estudantis a medida é consensual. No sector, só o ME quebra a convergência e rejeita a proposta. Na semana passada, recorde-se, o secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata, argumentou que a petição assenta "numa ideia falsa" até porque as "as turmas com menos de 10 alunos são as que geram maiores taxas de insucesso escolar". Uma crítica que os docentes retribuem à tutela.
Tanto Miguel Reis como Mário Nogueira alegam que as turmas pequenas existentes no sistema são excepções fruto do insucesso, a maioria em escolas TEIP; e asseguram que as estatísticas (como as da OCDE) que colocam Portugal num bom lugar europeu em termos de racio alunos por professor, são feitas com o número total de docentes e não com os que têm turmas. O problema, insiste o líder da Fenprof, é que a medida vai custar a colocação de mais professores nas escolas. "É preciso que haja prioridades", refere Albino Almeida.
Redução de alunos por turma nas mãos do PSD
Petição lançada há duas semanas já reuniu quase 13 mil assinaturas e será entregue no fim do mês no Parlamento
A petição a favor da redução do número máximo de alunos por turma já reuniu quase 13 mil assinaturas e deve ser entregue, no final do mês, na Assembleia da República. CDS-PP, BE e PCP consideram a medida essencial para o sistema educativo. PSD está a avaliar.
Os promotores defendem que do 5º ao 12º ano as turmas devem passar de 28 alunos para 22, no limite; e no ensino pré-escolar e 1º ciclo de 24 para 19 alunos.
BE e PCP não têm dúvidas: há anos defendem a medida. Para o CDS-PP a redução do número de alunos por turma também é essencial para um ensino personalizado e, por isso, "se virmos que o Governo ou Ministério da Educação (ME) não actuam, admitimos apresentar uma iniciativa sobre a matéria", adiantou ao JN, José Manuel Rodrigues. O PSD é o mais hesitante - o vice-presidente da bancada referiu, apenas, que o partido "ainda não tem posição fechada" quanto à petição do Movimento Escola Pública; enquanto Emídio Guerreiro, coordenador da Educação do grupo parlamentar, retorquiu, de forma evasiva, "vamos ver, vamos ver, tudo a seu tempo".
O Movimento Escola Pública lançou a petição há cerca de duas semanas. Menos de uma bastou para reunir o número exigido por lei (cinco mil) para impor o debate no Parlamento mas a petição só deve ser entregue no final do mês, "mais tardar primeiros dias de Junho". A razão é simples, explicou Miguel Reis, o movimento prefere que a iniciativa seja debatida "no início do ano lectivo". Ao JN, o dirigente manifestou a convicção de conseguir reunir cerca de 20 mil assinaturas.
Para já, o Bloco tem uma reunião agendada com o movimento que conta desde já com o "compromisso" do partido de apresentar uma iniciativa que será debatida em conjunto com a petição. A razão é simples, explicou ao JN, a deputada bloquista Ana Drago: se a petição subir "sozinha" a plenário não poderá resultar qualquer alteração legislativa da discussão; o que não acontecerá se os partidos apresentarem projectos que sejam aprovados.
"Quando a petição chegar ao Parlamento" e reunir condições para agendamento, o PCP também deve voltar a apresentar iniciativas. A redução de alunos por turma é defendida "desde que me lembro; pelo menos, há seis anos", sublinhou ao JN o deputado Miguel Tiago. A medida, aliás, consta de um projecto de resolução comunista - que recomenda ao Governo medidas de intervenção no sistema de ensino de combate à violência escolar - e que já baixou à Comissão de Educação, onde aguarda por agendamento.
Para professores, dirigentes sindicais, de confederações de pais e estudantis a medida é consensual. No sector, só o ME quebra a convergência e rejeita a proposta. Na semana passada, recorde-se, o secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata, argumentou que a petição assenta "numa ideia falsa" até porque as "as turmas com menos de 10 alunos são as que geram maiores taxas de insucesso escolar". Uma crítica que os docentes retribuem à tutela.
Tanto Miguel Reis como Mário Nogueira alegam que as turmas pequenas existentes no sistema são excepções fruto do insucesso, a maioria em escolas TEIP; e asseguram que as estatísticas (como as da OCDE) que colocam Portugal num bom lugar europeu em termos de racio alunos por professor, são feitas com o número total de docentes e não com os que têm turmas. O problema, insiste o líder da Fenprof, é que a medida vai custar a colocação de mais professores nas escolas. "É preciso que haja prioridades", refere Albino Almeida.
9 de abril de 2010
Educação Sexual nas Escolas
EDUCAÇÃO SEXUAL
Regulamentação da Lei 60/2009
Foi hoje publicada em Diário da República a Portaria 196-A/2010que procede à regulamentação da Lei N.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece a educação sexual nos estabelecimentos do ensino básico e do ensino secundário e define as respectivas orientações curriculares adequadas para os diferentes níveis de ensino.
Os termos em que se concretiza a inclusão da educação sexual nos projectos educativos dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas são definidos pelo respectivo conselho pedagógicoe dependem de parecer do conselho geral.
O conselho pedagógico deve assegurar que os pais e encarregados de educação sejam ouvidos em todas as fases de organização da educação sexual no respectivo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Links ao DR:
Portaria n.º 196-A/2010
Ministérios da Saúde e da Educação
Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar
Regulamentação da Lei 60/2009
Foi hoje publicada em Diário da República a Portaria 196-A/2010que procede à regulamentação da Lei N.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece a educação sexual nos estabelecimentos do ensino básico e do ensino secundário e define as respectivas orientações curriculares adequadas para os diferentes níveis de ensino.
Os termos em que se concretiza a inclusão da educação sexual nos projectos educativos dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas são definidos pelo respectivo conselho pedagógicoe dependem de parecer do conselho geral.
O conselho pedagógico deve assegurar que os pais e encarregados de educação sejam ouvidos em todas as fases de organização da educação sexual no respectivo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Links ao DR:
Portaria n.º 196-A/2010
Ministérios da Saúde e da Educação
Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar
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