Dezenas de crianças intoxicam-se todos os dias! Em 2007, o Centro de Informações Antivenenos registou mais de 10 mil casos de intoxicação com crianças, sendo que mais de 65% envolveram crianças dos 1 aos 4 anos.
Conheça alguns conselhos para evitar intoxicações acidentais em CIAV – Centro de Informação Antivenenos
Conheça também alguns procedimentos a seguir após uma intoxicação em http://www.inem.pt/document/468473/469829.pdf
Número do CIAV - 808 250 143
13 de março de 2009
5 de março de 2009
Acção Social Escolar
De acordo com o Decreto-Lei publicado no Diário da República, estabelece-se um novo enquadramento para a ASE que passa a estar integrada no conjunto das políticas sociais, articulando-se, designadamente, com as políticas de apoio à família, passando a ser utilizados os critérios para a atribuição do abono de família.
Estas mudanças criam mais unidade e transparência na concessão dos apoios da ASE, ao mesmo tempo que proporcionam um alargamento sem precedentes do universo dos seus beneficiários.
O diploma promove o aumento significativo dos auxílios, especialmente no ensino secundário, tendo em conta o objectivo de generalização da escolarização a este nível de ensino, e a uniformização dos apoios no pré-escolar e no ensino básico. Neste sentido, tendo em vista a promoção da frequência no ensino secundário, a prevenção do abandono escolar precoce e a elevação das qualificações médias dos jovens e adultos, prevê-se o desenvolvimento de acções de promoção da frequência no secundário bem como de medidas complementares de apoio à frequência escolar, nomeadamente, isenções no pagamento de propinas, taxas e emolumentos, concessão de bolsas de estudo, subvenção dos transportes e do alojamento e também acesso ao crédito em condições favoráveis. Os apoios alimentares, os transportes escolares, o alojamento, os auxílios económicos, a prevenção de acidentes e o seguro escolar são as modalidades de apoio previstas no âmbito da ASE. O indexante de apoios sociais constitui referência para a fixação e actualização dos valores dos apoios e, sendo caso disso, das comparticipações suportadas pelos benefícios destes decorrentes. Este regime jurídico estabelece ainda uma responsabilidade partilhada do Estado entre a administração central e os municípios, ao nível da prestações dos apoios no âmbito da ASE.
In Nota do ME »» Descarregar o Diploma ««
Estas mudanças criam mais unidade e transparência na concessão dos apoios da ASE, ao mesmo tempo que proporcionam um alargamento sem precedentes do universo dos seus beneficiários.
O diploma promove o aumento significativo dos auxílios, especialmente no ensino secundário, tendo em conta o objectivo de generalização da escolarização a este nível de ensino, e a uniformização dos apoios no pré-escolar e no ensino básico. Neste sentido, tendo em vista a promoção da frequência no ensino secundário, a prevenção do abandono escolar precoce e a elevação das qualificações médias dos jovens e adultos, prevê-se o desenvolvimento de acções de promoção da frequência no secundário bem como de medidas complementares de apoio à frequência escolar, nomeadamente, isenções no pagamento de propinas, taxas e emolumentos, concessão de bolsas de estudo, subvenção dos transportes e do alojamento e também acesso ao crédito em condições favoráveis. Os apoios alimentares, os transportes escolares, o alojamento, os auxílios económicos, a prevenção de acidentes e o seguro escolar são as modalidades de apoio previstas no âmbito da ASE. O indexante de apoios sociais constitui referência para a fixação e actualização dos valores dos apoios e, sendo caso disso, das comparticipações suportadas pelos benefícios destes decorrentes. Este regime jurídico estabelece ainda uma responsabilidade partilhada do Estado entre a administração central e os municípios, ao nível da prestações dos apoios no âmbito da ASE.
In Nota do ME »» Descarregar o Diploma ««
4 de março de 2009
Convocatória - Conselho Geral
CONVOCATÓRIA
Nos termos do Nº 3 do Artigo 3º do Regulamento Eleitoral para a eleição dos representantes dos Pais e Encarregados de Educação no Conselho Geral, do Agrupamento de Escolas André Soares (AEAS), convocam-se todos os Pais e/ou Encarregados de Educação dos alunos deste Agrupamento de Escolas, para uma Assembleia Geral de Pais e/ou Encarregados de Educação, a realizar no dia 7 de Março, de 2009, pelas 9.30h, no polivalente da Escola E. B. 2 3 André Soares.
Ordem de trabalhos:
1. Esclarecimentos (30 minutos)
2. Eleição dos Representantes, 5 efectivos e 5 suplentes, dos Pais e/ou Encarregados de Educação para o Conselho Geral do Agrupamento. A urna encerrará assim que os presentes concluírem a sua votação.
Mais se informa que, de acordo com o Artigo 4º do mesmo Regulamento, os Cadernos Eleitorais estarão disponíveis para consulta e eventuais reclamações, nos dias 4 e 5 de Março, de 2009, nos Serviços Administrativos da Escola sede, Escola André Soares, no horário de expediente.
Se na hora marcada não existir quórum (50% dos elementos convocados para a reunião), a mesma iniciar-se-á 30 minutos mais tarde (10.00h) com os Pais e/ou Encarregados de Educação presentes.
Braga, 3 de Março de 2009.
O presidente da Comissão Eleitoral
Henrique Manuel Dinis dos Santos
4 de fevereiro de 2009
Filhos Obedientes - é possivel?
As chaves para prevenir a maior parte das dificuldades que podem surgir com os filhos poderiam resumir-se nestas:
- Estabelecer algumas normas.
- Motivar e reforçar positivamente o cumprimento das normas.
- Marcar as conseqüências que se derivam de seu incumprimento.
- Exercer bem a autoridade.
Desta forma, a criança conhece o que se espera dela e sabe como deve comportar-se. A aplicação coerente de boas normas promove a ordem e a disciplina na família.
NORMAS EFETIVAS CONTRIBUEM PARA QUE SEU FILHO SE SINTA SEGURO
As normas a estabelecer dependerão de cada família. Antes de estabelecê-las convém que você observe detalhadamente a seu filho. Deve examinar seu comportamento fixando-se, não apenas naquilo que faz mal e gostaria de mudar, mas também naquelas coisas que ele faz bem. Isso pode lhe dar pistas para desenvolver nele o bom comportamento que deseja conseguir.
Na hora de ESTABELECER ALGUMAS NORMAS é importante que o pai e a mãe se sintam juntos e dediquem um tempo a colocar-se de acordo sobre tais normas. Ao fazê-lo deverão ter em conta uma série de recomendações:
- As normas devem ser POUCAS: O mandar muito e mandar fazer coisas inecessárias acaba sendo uma perca de autoridade: nossos filhos se acostumam a escutar-nos "como quem ouve chover" e pensa que lhes damos ordens"apenas para aborrecer".
- As ordens devem dar-se DE UMA EM UMA e suficientemente ESPAÇADAS NO TEMPO. Se você dá a seu filho uma série de ordens em cadeia, o mais provável é que a criança "passe" e faça como se não tivesse ouvido.
SER SÓBRIOS NO EXERCÍCIO DA AUTORIDADE
Portanto há que limitar a exigência a poucas coisas. O filho deve saber que, nestas coisas, seus pais vão perseverar na exigência. Devemos reservar nossa autoridade para questões mais importantes e nas outras questões apenas sugerir.
As normas e ordens devem ser, além disso, CLARAS e ESPECÍFICAS de forma que a criança saiba exatamente o que se espera dela. Devem descrever-se de forma precisa para que tanto a criança como seus pais possam determinar claramente se se cumprem ou não.
EXPLICAR-LHES BEM O QUE LHES PEDIMOS ANTES DE EXIGÍ-LO.
Se quando você sai de casa diz a seus filhos que, ao voltar, espera encontrar tudo arrumado, você não está lhe dando ordens claras. Se, pelo contrário, diz a João que deve fazer a cama, a Maria que deve arrumar a cozinha, e a Pedro que deve tirar o lixo antes das 12:00 hrs é mais provável que o cumpram.
Além disso, convém estabelecer um LIMITE DE TEMPO para seu cumprimento, já que, quando não se coloca, são freqüentes as discussões sobre quando se fará a tarefa ou se cumprirá a norma.
Se, por exemplo, decide que seus filhos deverão fazer as camas aos sábados e domingos e estabelece uma hora limite para que cumpram esta tarefa, evitará muitos aborrecimentos.
As ordens e as normas devem ser RAZOÁVEIS e adequadas à idade de seu filho: isto é, deve-se assegurar de que seu filho dispõe dos recursos necessários para cumpri-la e do tempo necessário para fazê-lo.
EXIGIR NO QUE É RAZOÁVEL E JUSTO
As ordens e normas devem ser RAZOÁVEIS. Para que a obediência se converta em uma virtude, os pais devem explicar aos filhos as razões pelas quais lhes pedem algo. A partir dos 4 anos você deve insistir, portanto, em explicar-lhe o porque do que lhe pede.
Convém, também, que lhe fale sobre o que significa "obedecer". Deve deixar-lhe claro que todas as pessoas, independentemente de nossa idade, temos que obedecer: obedecemos no trabalho, na rua, dirigindo, etc. Obedecer não é coisa de criança e eles não são uma exceção. Devemos obedecer porque é bom para nós, nos ajuda a viver em sociedade, a ser mais livres e mais felizes.
É melhor exigir POSITIVAMENTE: Muitos pais dizem continuamente a seus filhos o que não devem fazer mas não lhes dão dicas precisas sobre o que esperam deles. Não é o mesmo dizer a seu filho "Não perca tempo depois da aula" que "quando acabar a aula quero que venha direto para a casa". Se você utilizar palavras positivas estará ajudando seu filho a pensar e atuar positivamente. Assim saberá o que tem que fazer e não apenas o que deve fazer.
AS PALAVRAS POSITIVAS PRODUZEM CRIANÇAS COMPETENTES
Deveremos procurar exigir NO MOMENTO OPORTUNO. Não resultará muito eficaz se você pede a seu filho que vá tomar banho na hora que está vendo seu programa favorito, ou que tire o lixo quando está fazendo seus deveres. Comece exigindo-lhe naquelas coisas que sejam mais gratificantes para a seguir passar a insistir nas quais mais lhe custam.
REFORCE POSITIVAMENTE SEU FILHO QUANDO CUMPRE AS NORMAS
De fato, muitas crianças não aprendem a obedecer porque NÃO LHES MOTIVAMOS para que obedeçam. Freqüentemente, os pais nos esquecemos de reforçar-lhes quando se portam bem. Consideramos que portar-se bem é seu dever e que, portanto, não devemos reforçar tais comportamentos. Isto constitui um grave erro. Não devemos esquecer que, de acordo com as leis da aprendizagem:
SE REFORÇAMOS UMA CONDUTA O FILHO A MANTERÁ , SE A IGNORAMOS O FILHO A EXTINGUIRÁ
Portanto, você deve procurar surpreender a seu filho fazendo bem as coisas e elogiar-lhe. Quando você lhe pede algo e ele o faz logo ao primeiro pedido, dê-lhe um abraço e diga-lhe que está contente. É a melhor maneira de fazer com que ele o repita.
Deve existir alguma CONSEQÜÊNCIA prevista se se rompe o cumprimento de uma norma e utilizar aquelas conseqüências que forem importantes para a criança.
OS CASTIGOS PREVISTOS DEVEM SER TAMBÉM RAZOÁVEIS
As conseqüências do não cumprimento das normas devem ser consistentes: Em várias ocasiões, os pais não somos coerentes e, quando a criança faz algo, atuamos de forma contraditória. Por exemplo, se quando seu filho diz palavrões, algumas vezes você ri achando graça e em outras lhe castiga severamente, a criança não saberá diferenciar as situações e será difícil que aprenda a comportar-se de forma que interiorize as pautas de comportamentos que seus pais pretendem ensinar-lhe. Estas situações geram, além disso, desconcerto, e insegurança. Portanto, não se deve esquecer que, para que uma criança aprenda é necessário que uma conduta tenha sempre o mesmo tipo de consequências.
Tenha em conta que uma aplicação coerente da regra e um castigo suave são muito mais eficazes a longo prazo que a incoerência e os castigos severos. E lembre-se que OS CASTIGOS DEVEM CUMPRIR-SE. Não ameace, portanto, com castigos que não estamos dispostos a cumprir.
Seus filhos devem compreender que, quando livremente não cumprem uma norma, são eles próprios quem ganham o castigo. Os pais simplesmente vigiam o cumprimento das regras estabelecidas e sua conseqüências.
TERESA ARTOLA GONZÁLEZ é doutora em Psicologia pela Universidade Complutense de Madri e Master em Educação Familiar pelo E.I.E.S (Educational Institute of Educational Sciences). Desenvolve um amplo trabalho de pesquisa e docente no campo da Psicologia Infantil e é professora da Escola Universitária Europea da Educação de Fomento de centros de Ensino. É autora de diversas publicações em sua maior parte dedicadas aos problemas de aprendizagem, sua avaliação e tratamento.
do livro Como resolver situações cotidianas de seus filhos de 6 a 12 anos
- Estabelecer algumas normas.
- Motivar e reforçar positivamente o cumprimento das normas.
- Marcar as conseqüências que se derivam de seu incumprimento.
- Exercer bem a autoridade.
Desta forma, a criança conhece o que se espera dela e sabe como deve comportar-se. A aplicação coerente de boas normas promove a ordem e a disciplina na família.
NORMAS EFETIVAS CONTRIBUEM PARA QUE SEU FILHO SE SINTA SEGURO
As normas a estabelecer dependerão de cada família. Antes de estabelecê-las convém que você observe detalhadamente a seu filho. Deve examinar seu comportamento fixando-se, não apenas naquilo que faz mal e gostaria de mudar, mas também naquelas coisas que ele faz bem. Isso pode lhe dar pistas para desenvolver nele o bom comportamento que deseja conseguir.
Na hora de ESTABELECER ALGUMAS NORMAS é importante que o pai e a mãe se sintam juntos e dediquem um tempo a colocar-se de acordo sobre tais normas. Ao fazê-lo deverão ter em conta uma série de recomendações:
- As normas devem ser POUCAS: O mandar muito e mandar fazer coisas inecessárias acaba sendo uma perca de autoridade: nossos filhos se acostumam a escutar-nos "como quem ouve chover" e pensa que lhes damos ordens"apenas para aborrecer".
- As ordens devem dar-se DE UMA EM UMA e suficientemente ESPAÇADAS NO TEMPO. Se você dá a seu filho uma série de ordens em cadeia, o mais provável é que a criança "passe" e faça como se não tivesse ouvido.
SER SÓBRIOS NO EXERCÍCIO DA AUTORIDADE
Portanto há que limitar a exigência a poucas coisas. O filho deve saber que, nestas coisas, seus pais vão perseverar na exigência. Devemos reservar nossa autoridade para questões mais importantes e nas outras questões apenas sugerir.
As normas e ordens devem ser, além disso, CLARAS e ESPECÍFICAS de forma que a criança saiba exatamente o que se espera dela. Devem descrever-se de forma precisa para que tanto a criança como seus pais possam determinar claramente se se cumprem ou não.
EXPLICAR-LHES BEM O QUE LHES PEDIMOS ANTES DE EXIGÍ-LO.
Se quando você sai de casa diz a seus filhos que, ao voltar, espera encontrar tudo arrumado, você não está lhe dando ordens claras. Se, pelo contrário, diz a João que deve fazer a cama, a Maria que deve arrumar a cozinha, e a Pedro que deve tirar o lixo antes das 12:00 hrs é mais provável que o cumpram.
Além disso, convém estabelecer um LIMITE DE TEMPO para seu cumprimento, já que, quando não se coloca, são freqüentes as discussões sobre quando se fará a tarefa ou se cumprirá a norma.
Se, por exemplo, decide que seus filhos deverão fazer as camas aos sábados e domingos e estabelece uma hora limite para que cumpram esta tarefa, evitará muitos aborrecimentos.
As ordens e as normas devem ser RAZOÁVEIS e adequadas à idade de seu filho: isto é, deve-se assegurar de que seu filho dispõe dos recursos necessários para cumpri-la e do tempo necessário para fazê-lo.
EXIGIR NO QUE É RAZOÁVEL E JUSTO
As ordens e normas devem ser RAZOÁVEIS. Para que a obediência se converta em uma virtude, os pais devem explicar aos filhos as razões pelas quais lhes pedem algo. A partir dos 4 anos você deve insistir, portanto, em explicar-lhe o porque do que lhe pede.
Convém, também, que lhe fale sobre o que significa "obedecer". Deve deixar-lhe claro que todas as pessoas, independentemente de nossa idade, temos que obedecer: obedecemos no trabalho, na rua, dirigindo, etc. Obedecer não é coisa de criança e eles não são uma exceção. Devemos obedecer porque é bom para nós, nos ajuda a viver em sociedade, a ser mais livres e mais felizes.
É melhor exigir POSITIVAMENTE: Muitos pais dizem continuamente a seus filhos o que não devem fazer mas não lhes dão dicas precisas sobre o que esperam deles. Não é o mesmo dizer a seu filho "Não perca tempo depois da aula" que "quando acabar a aula quero que venha direto para a casa". Se você utilizar palavras positivas estará ajudando seu filho a pensar e atuar positivamente. Assim saberá o que tem que fazer e não apenas o que deve fazer.
AS PALAVRAS POSITIVAS PRODUZEM CRIANÇAS COMPETENTES
Deveremos procurar exigir NO MOMENTO OPORTUNO. Não resultará muito eficaz se você pede a seu filho que vá tomar banho na hora que está vendo seu programa favorito, ou que tire o lixo quando está fazendo seus deveres. Comece exigindo-lhe naquelas coisas que sejam mais gratificantes para a seguir passar a insistir nas quais mais lhe custam.
REFORCE POSITIVAMENTE SEU FILHO QUANDO CUMPRE AS NORMAS
De fato, muitas crianças não aprendem a obedecer porque NÃO LHES MOTIVAMOS para que obedeçam. Freqüentemente, os pais nos esquecemos de reforçar-lhes quando se portam bem. Consideramos que portar-se bem é seu dever e que, portanto, não devemos reforçar tais comportamentos. Isto constitui um grave erro. Não devemos esquecer que, de acordo com as leis da aprendizagem:
SE REFORÇAMOS UMA CONDUTA O FILHO A MANTERÁ , SE A IGNORAMOS O FILHO A EXTINGUIRÁ
Portanto, você deve procurar surpreender a seu filho fazendo bem as coisas e elogiar-lhe. Quando você lhe pede algo e ele o faz logo ao primeiro pedido, dê-lhe um abraço e diga-lhe que está contente. É a melhor maneira de fazer com que ele o repita.
Deve existir alguma CONSEQÜÊNCIA prevista se se rompe o cumprimento de uma norma e utilizar aquelas conseqüências que forem importantes para a criança.
OS CASTIGOS PREVISTOS DEVEM SER TAMBÉM RAZOÁVEIS
As conseqüências do não cumprimento das normas devem ser consistentes: Em várias ocasiões, os pais não somos coerentes e, quando a criança faz algo, atuamos de forma contraditória. Por exemplo, se quando seu filho diz palavrões, algumas vezes você ri achando graça e em outras lhe castiga severamente, a criança não saberá diferenciar as situações e será difícil que aprenda a comportar-se de forma que interiorize as pautas de comportamentos que seus pais pretendem ensinar-lhe. Estas situações geram, além disso, desconcerto, e insegurança. Portanto, não se deve esquecer que, para que uma criança aprenda é necessário que uma conduta tenha sempre o mesmo tipo de consequências.
Tenha em conta que uma aplicação coerente da regra e um castigo suave são muito mais eficazes a longo prazo que a incoerência e os castigos severos. E lembre-se que OS CASTIGOS DEVEM CUMPRIR-SE. Não ameace, portanto, com castigos que não estamos dispostos a cumprir.
Seus filhos devem compreender que, quando livremente não cumprem uma norma, são eles próprios quem ganham o castigo. Os pais simplesmente vigiam o cumprimento das regras estabelecidas e sua conseqüências.
TERESA ARTOLA GONZÁLEZ é doutora em Psicologia pela Universidade Complutense de Madri e Master em Educação Familiar pelo E.I.E.S (Educational Institute of Educational Sciences). Desenvolve um amplo trabalho de pesquisa e docente no campo da Psicologia Infantil e é professora da Escola Universitária Europea da Educação de Fomento de centros de Ensino. É autora de diversas publicações em sua maior parte dedicadas aos problemas de aprendizagem, sua avaliação e tratamento.
do livro Como resolver situações cotidianas de seus filhos de 6 a 12 anos
30 de janeiro de 2009
Internet - oportunidades ou perigo
A Internet é uma das formas comprovadas para se ter grandes oportunidades, mas oferece imensos perigos também. Depende quem a usa, como a usa. A nossa preocupação são as crianças, por isso não podemos de deixar algumas informações sobre a melhor forma de a usar, alguns alertas e como pode também encontrar oportunidades.
in Jornal Expresso 24 Janeiro 2009
alguns alertas:
- Desconfiar se alguém que não se conhece fizer demasiadas perguntas pessoais e de identificação.
- Evitar marcar encontros com pessoas que só se conhece online.
- Não alimentar discussões online
- Recordar sempre que a Net pode parecer anónima mas não é.
- Usar as linhas de apoio e denúncias de conteúdos ofensivos linhaalerta.internetsegura.pt para casos de pornografia infantil, apologia do racismo e da violência ou www.inhope.org que agrega as hotlines de denúncia de conteúdos ilegais).
- Sair do computador sempre que se encontrar conteúdos ou imagens perturbantes e falar com alguém.
- Não abrir e-mails que possam ter assuntos ou textos estranhos, nem carregar em links ou anexos que não pareçam de confiança.
- Não instalar programas desconhecidos e ter sempre o sistema operativo e o antivírus actualizados.
- Lembrar que o mundo virtual não está separado do mundo físico e muitas regras, sobretudo de boa educação, são válidas em ambos.
- Quando alguém que não se conhece falar online, procurar saber mais sobre a pessoa e tentar confirmar a sua identidade.
- Pensar bem antes de enviar uma mensagem que possa ser considerada agressiva ou ofensiva. Insultos verbais ou por escrito não são diferentes.
- Se se deparar com alguma imagem ou conteúdo perturbantes, sair do computador e falar com alguém.
- Se achar que algo de estranho se está a passar no computador ou se alguém o(a) estiver a incomodar, falar com os pais, professores ou amigos.
- Não seguir links dados pelo Messenger a menos que a pessoa com quem se está a falar confirme que que o site é seguro.
- Quando um programa faz aparecer uma janela de informação ou aviso, ler sempre o que lá está e tentar perceber o que se passou antes de clicar em alguma coisa.
...e oportunidades a aproveitar
- Através da Rede podemos conhecer novas influências musicais, filmes, tendências da literatura. Um universo mais vasto e muito para além do que a rádio e a televisão mostram.
- Instantâneo é a palavra-chave. Quase imediatamente acede-se a informação especializada sobre um assunto qualquer, comum ou incomum.
- Poder conhecer novas pessoas e influências, com atitudes e ideias diferentes - ou semelhantes - às nossas, alargando horizontes. Estejam estas pessoas onde estiverem.
- Conseguir mostrar e disponibilizar aos outros aquilo que se cria: músicas, filmes, fotografias, textos.
- Poder ultrapassar barreiras ou dificuldades físicas, nossas e dos outros, trabalhar e estudar à distância, mesmo sem sair de casa.
- É possível explorar as nossas ideias, e as dos outros, exprimir aquilo que pensamos e dialogar com outros.
O Instante Messenging é uma das ferramentas de contacto mais populares entre os jovens. Podem ser usadas como uma forma de contactar com novos amigos, embora seja também das áreas onde o acompanhamento e o diálogo com os pais é mais importante e útil para evitar problemas ou enganos.
Conselhos e listagem realizados em colaboração com Daniel Cardoso, 22 anos, participante do projecto EU-kids
Pais: há que acompanhar e não controlar
- Assuma a responsabilidade. A segurança online de crianças e jovens é responsabilidade de todos, mas cabe aos pais e à família estabelecer os princípios fundamentais.
- Promova a sua literacia digital. Um dos problemas que está na base das situações de risco e insegurança vividas por crianças e jovens na Internet resulta do pouco à-vontade que pais e educadores têm do funcionamento do universo das tecnologias de informação em geral e computadores e Net em particular. Não é preciso saber tanto quanto eles, mas um mínimo ajuda sempre.
- Promova o diálogo e aprenda com os seus filhos a utilizar as ferramentas online. Procure também os recursos informativos disponíveis online.
- Dialogue com os seus filhos sobre a utilização que eles fazem dos computadores e deixe claras as suas expectativas e quais os valores que devem presidir à utilização. Deixe claro o que é e o que não é aceitável. Fale-lhe também do que há de bom e alerte para os riscos existentes.
- Coloque o computador em uma zona comum da casa. Não dê livre acesso ao computador e à Internet, a qualquer dia e hora, sem qualquer supervisão. Procure colocar o computador com o ecrã virado para o interior do espaço e não para a parede.
- Defina regras de utilização em conversa com os seus filhos.
Garanta o cumprimento destas regras. A forma de utilização pode ficar plasmada numa listagem afixada em local visível, perto do computador.
- Conheça novas ferramentas para além dos básicos antivírus. A classificação de conteúdos, monitorização da utilização e controlo de tempo poderão ser úteis. Por si só, não são soluções definitivas, mas podem ajudar, sobretudo com crianças mais novas.
- Regule os encontros offline. Um dos grandes perigos para uma criança ou para um jovem são os encontros reais com pessoas que se conhece apenas do universo da Internet.
Conselhos dados por Tito de Morais do projecto muidossegurosna.net
in Jornal Expresso 24 Janeiro 2009
alguns alertas:
- Desconfiar se alguém que não se conhece fizer demasiadas perguntas pessoais e de identificação.
- Evitar marcar encontros com pessoas que só se conhece online.
- Não alimentar discussões online
- Recordar sempre que a Net pode parecer anónima mas não é.
- Usar as linhas de apoio e denúncias de conteúdos ofensivos linhaalerta.internetsegura.pt para casos de pornografia infantil, apologia do racismo e da violência ou www.inhope.org que agrega as hotlines de denúncia de conteúdos ilegais).
- Sair do computador sempre que se encontrar conteúdos ou imagens perturbantes e falar com alguém.
- Não abrir e-mails que possam ter assuntos ou textos estranhos, nem carregar em links ou anexos que não pareçam de confiança.
- Não instalar programas desconhecidos e ter sempre o sistema operativo e o antivírus actualizados.
- Lembrar que o mundo virtual não está separado do mundo físico e muitas regras, sobretudo de boa educação, são válidas em ambos.
- Quando alguém que não se conhece falar online, procurar saber mais sobre a pessoa e tentar confirmar a sua identidade.
- Pensar bem antes de enviar uma mensagem que possa ser considerada agressiva ou ofensiva. Insultos verbais ou por escrito não são diferentes.
- Se se deparar com alguma imagem ou conteúdo perturbantes, sair do computador e falar com alguém.
- Se achar que algo de estranho se está a passar no computador ou se alguém o(a) estiver a incomodar, falar com os pais, professores ou amigos.
- Não seguir links dados pelo Messenger a menos que a pessoa com quem se está a falar confirme que que o site é seguro.
- Quando um programa faz aparecer uma janela de informação ou aviso, ler sempre o que lá está e tentar perceber o que se passou antes de clicar em alguma coisa.
...e oportunidades a aproveitar
- Através da Rede podemos conhecer novas influências musicais, filmes, tendências da literatura. Um universo mais vasto e muito para além do que a rádio e a televisão mostram.
- Instantâneo é a palavra-chave. Quase imediatamente acede-se a informação especializada sobre um assunto qualquer, comum ou incomum.
- Poder conhecer novas pessoas e influências, com atitudes e ideias diferentes - ou semelhantes - às nossas, alargando horizontes. Estejam estas pessoas onde estiverem.
- Conseguir mostrar e disponibilizar aos outros aquilo que se cria: músicas, filmes, fotografias, textos.
- Poder ultrapassar barreiras ou dificuldades físicas, nossas e dos outros, trabalhar e estudar à distância, mesmo sem sair de casa.
- É possível explorar as nossas ideias, e as dos outros, exprimir aquilo que pensamos e dialogar com outros.
O Instante Messenging é uma das ferramentas de contacto mais populares entre os jovens. Podem ser usadas como uma forma de contactar com novos amigos, embora seja também das áreas onde o acompanhamento e o diálogo com os pais é mais importante e útil para evitar problemas ou enganos.
Conselhos e listagem realizados em colaboração com Daniel Cardoso, 22 anos, participante do projecto EU-kids
Pais: há que acompanhar e não controlar
- Assuma a responsabilidade. A segurança online de crianças e jovens é responsabilidade de todos, mas cabe aos pais e à família estabelecer os princípios fundamentais.
- Promova a sua literacia digital. Um dos problemas que está na base das situações de risco e insegurança vividas por crianças e jovens na Internet resulta do pouco à-vontade que pais e educadores têm do funcionamento do universo das tecnologias de informação em geral e computadores e Net em particular. Não é preciso saber tanto quanto eles, mas um mínimo ajuda sempre.
- Promova o diálogo e aprenda com os seus filhos a utilizar as ferramentas online. Procure também os recursos informativos disponíveis online.
- Dialogue com os seus filhos sobre a utilização que eles fazem dos computadores e deixe claras as suas expectativas e quais os valores que devem presidir à utilização. Deixe claro o que é e o que não é aceitável. Fale-lhe também do que há de bom e alerte para os riscos existentes.
- Coloque o computador em uma zona comum da casa. Não dê livre acesso ao computador e à Internet, a qualquer dia e hora, sem qualquer supervisão. Procure colocar o computador com o ecrã virado para o interior do espaço e não para a parede.
- Defina regras de utilização em conversa com os seus filhos.
Garanta o cumprimento destas regras. A forma de utilização pode ficar plasmada numa listagem afixada em local visível, perto do computador.
- Conheça novas ferramentas para além dos básicos antivírus. A classificação de conteúdos, monitorização da utilização e controlo de tempo poderão ser úteis. Por si só, não são soluções definitivas, mas podem ajudar, sobretudo com crianças mais novas.
- Regule os encontros offline. Um dos grandes perigos para uma criança ou para um jovem são os encontros reais com pessoas que se conhece apenas do universo da Internet.
Conselhos dados por Tito de Morais do projecto muidossegurosna.net
23 de janeiro de 2009
Portátil Magalhães
Como existem dúvidas relativamente à aquisição do portátil magalhães, sobre pagamentos, prazo de entrega, etc... achamos por bem colocar o endereço do site da Prológica onde poderão obter mais esclarecimentos - http://www.youtsu.pt/
22 de janeiro de 2009
Ronald Macdonald visita EB1/JI do Fujacal


No âmbito da comemoração dos treze anos da chegada do MacDonalds a Braga, a EB1/JI do Fujacal foi, dia 21 de Janeiro, visitada por Ronald Macdonald.Houve uma grande interacção entre a criançada e Ronald Macdonald que fez magia, malabarismos, contou histórias e ensinou a lavar os dentes. No fim foram distribuídas pequenas lembranças.Foi uma tarde recheada de boa disposição e alegria!
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